Dia 17: Tá tranquilo, Tá favorável…

…ou O dia que descobri a existência da Tromba D’água

Domingo de folga!!! Dormir até tarde? … Claro que não!
Levantamos cedinho, tomamos um farto café da manhã do hotel com todos à mesa ( coisa rara até então) e partimos de Aparecida até Taubaté para comparecer ao convite do Jongo Crioulo.
Como já tínhamos visitado eles na terça-feira, nos receberam calorosamente e já convidando para jongar.
Entre pontos velhos e novos, conhecidos e reconhecidos, a nossa timidez foi sumindo e deixando espaço para a brincadeira. E lá estávamos nós, jongando, cantando e aprendendo mais sobre o jongo às dez horas da manhã no nosso desejado dia de folga.
O mais legal é que o jongo crioulo se mobilizou para fazer essa roda na casa das Figureiras, em comemoração ao dia da mulher. Um espaço cultural muito legal, com artistas plásticas que trabalham com argila. Dessa forma, demos uma força ( e de alguma, reconhecemos o valor) comprando algumas lembranças feita por essas artesãs.
Após o término do jongo, Marcelo e Elder, que conhecemos no jongo, propuseram-se a nos levar a uma cachoeira ainda em Taubaté. (Obrigada, gente!)
Demoramos aproximadamente 40 minutos para chegar até ela. O tempo demorado se transformou em belas paisagens bucólicas acompanhadas do devaneio de pensamentos (ao menos para mim).

Entre nuvens carregadas que desenhavam no céu na “contra luz” do sol e as orquídeas brancas que floreavam as margens do rio, chegamos animados e de olhos brilhando a trilha da felicidade!
Em 20 minutos, estávamos admirados pela beleza da queda d’água.
E foi assim…

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Presto depois de levar um belo tombo.

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Rafael sentindo a natureza.

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Fotos: André Sun

Todos descansados, relaxados e profundamente calmos, pegamos a trilha de volta.
Ao chegar até os carros, alguém comentou sobre o fenômeno da tromba d’água (Também conhecido como cabeça d’água), característico de cachoeiras e rios.
Como uma boa curiosa, fui pesquisar sobre. Trata-se de uma ação da natureza em que as águas da chuva descem o rio de uma maneira muito rápida e destrutiva.

E, acabei gastando horas com vídeos assustadores! Tentando descobrir como se prevenir e como identificar o tal do fenômeno assassino. Isso me rendeu grandes pesadelos malucos com trombas d’água, além de muitas risadas com meu desespero em alertar amigos e familiares.
Portanto, caro leitor, se você gosta de ambientes de natureza com água, fique atento com o surgimento de galhos e folhas e água barrosa.
E, nesse caso, corra o mais rápido que puder em direção as margens altas!!!

Fica meu conselho e meu salve!

Bruna Recchia

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