Dia 2: Batuqueiro, olha a onda!

     DSC07047 (1280x720)Dentro do projeto “Presepadas entre serras e vales” nós da Damião & Cia de Teatro prevemos uma série de encontros com grupos do vale do Paraíba que trabalham com a cultura popular brasileira. Entramos em contato com grupos de jongo, congadas, folia de reis e maracatus aqui do vale. Sexta-feira dia 19\02 dia de Oxalá fomos até o Parque da Cidade em São José dos Campos, para fazer uma visita (e tocar que ninguém é de ferro né?) com o pessoal do Maracatu no Parque, o Baque Aguaí. Eles oferecem oficinas gratuitas toda sexta feira as 19 horas nesse local. O grupo que estuda o baque virado de Pernambuco toca diversas nações como o Estrela Brilhante de Igarassú, Leão Coroado, Estrela Brilhante e Porto Rico (Salve a nação Porto Rico!). Fomos recebidos de braços abertos e logo que tiramos nossas alfaias, agbês e gonguê, Alex Malabar que estava no apito conduziu o grupo para tocar as loas da nação Porto Rico, nação que tocamos em nosso grupo de teatro e da qual aprendi tudo que sei de maracatu. O baque Aguaí se prepara para realizar oficinas com o batuquero da nação Rumenig Dantas. Fizemos um baque lindo abençoados pela chuva que caia e abrigados em um lugar maravilhoso, os galpões da Fundação Cultural Cassiano Ricardo que fica nesse parque. Após passarmos por diversas loas do baque das ondas, tocamos outras nações e homenageamos a vó Didi, ancestral de uma batuqueira do grupo que faleceu há alguns dias. Momentos de alegria e saudade que o maracatu propicia. Tocar tambor pelo mundo afora é um dos movimentos que conectam nosso grupo, pois sabemos que juntos o tambor tem a batida de nossos corações!

Asè Baque Aguaí!

Ricardo Ikier

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Fotos: André Sun

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